Welsh Corgi Pembroke

Pequeno no tamanho, gigante na personalidade: o Pembroke é um companheiro alegre e sempre pronto para agir.
Com forte instinto de trabalho e uma postura confiante, é um cão versátil que junta ternura, vivacidade e lealdade.
Ver crias disponíveis
Encontre criadores de confiança para o cão dos seus sonhos
Energia Média
Nível de energia
Manutenção Baixa
Higiene
Pequeno
Tamanho
Alegre, confiante, vigilante e inteligente
Temperamento
12-15 anos
Esperança de vida
Treinabilidade Muito Fácil
Treino
Vocalidade Alta
Latido
Porque as pessoas adoram Welsh Corgi Pembroke
Porque as pessoas adoram o Welsh Corgi Pembroke
Aparência
Aparência do Welsh Corgi Pembroke
Higiene e Tratamento
Cuidados e Grooming do Welsh Corgi Pembroke
Temperamento e Características
Temperamento do Welsh Corgi Pembroke
Exercício
Necessidades de Exercício do Welsh Corgi Pembroke
Treino
Treino do Welsh Corgi Pembroke
Dieta e Nutrição
Dieta e Nutrição do Welsh Corgi Pembroke
História
História do Welsh Corgi Pembroke
Problemas de saúde
Welsh Corgi Pembroke têm algumas considerações de saúde:
Expectativa de vida: 12-15 anos
Doença do disco intervertebral (DDIV)
O corpo comprido e as patas curtas do Corgi vêm de uma alteração genética (condrodistrofia) que também faz os discos da coluna envelhecer mais cedo, tornando-os mais sujeitos a romper ou a deslocar-se e a comprimir a medula. Surge sobretudo entre os 3 e os 7 anos, com dor no pescoço ou nas costas, relutância em subir escadas ou saltar, dorso arqueado, andar descoordenado e, nos casos graves, paralisia dos membros. Uma perda súbita de força nas patas é uma urgência veterinária. Os casos ligeiros tratam-se com repouso rigoroso e medicação; os graves podem exigir cirurgia, seguida de reabilitação. O dono pode reduzir o risco mantendo o cão magro e musculado, usando rampas e evitando saltos repetidos. A maioria dos Pembroke tem a alteração genética, mas a maior parte nunca chega a desenvolver a doença.
Displasia da anca
Desenvolvimento anómalo da articulação da anca, que fica instável e, com o tempo, gera artrose. Pode manifestar-se por dificuldade em levantar-se, rigidez depois do descanso, andar bamboleante ou coxear das patas traseiras. O excesso de peso e o crescimento demasiado rápido agravam-na, por isso manter o cachorro magro e com exercício moderado é a principal medida ao alcance do dono; o controlo da dor, a fisioterapia e, nalguns casos, a cirurgia ajudam os cães afetados. É uma das avaliações recomendadas pelos clubes da raça: os criadores responsáveis radiografam a anca dos reprodutores antes de os pôr a criar e podem mostrar o resultado oficial.
Mielopatia degenerativa
Doença neurológica progressiva da medula espinal, que surge em cães idosos — no Pembroke, em média por volta dos 11 anos. Começa com fraqueza e descoordenação das patas traseiras e unhas gastas por arrastar os dedos, e avança ao longo de meses a dois anos para a perda de força nos membros posteriores, incontinência e, mais tarde, fraqueza das patas dianteiras. Não tem tratamento que trave a sua progressão, mas a fisioterapia e o exercício regular podem ajudar a manter a mobilidade durante mais tempo. Existe um teste de ADN para a mutação associada (SOD1), muito frequente na raça; um cão com duas cópias está em risco, mas a grande maioria destes cães nunca adoece. Os clubes da raça desaconselham excluir reprodutores apenas pelo resultado do teste, para não empobrecer a diversidade genética.
Doenças oculares hereditárias (incluindo PRA)
A atrofia progressiva da retina (PRA) degenera a retina e leva a perda gradual de visão, começando normalmente pela visão noturna: o cão hesita no escuro ou choca com objetos em ambientes com pouca luz. Não tem cura, mas os cães cegos adaptam-se bem se a casa não mudar de disposição. No Pembroke é rara; mais frequentes nos exames são as membranas pupilares persistentes (restos de tecido fetal sobre a pupila, geralmente sem consequências para a visão) e as cataratas. Os criadores responsáveis fazem exames oculares aos reprodutores com um oftalmologista veterinário, e um cão que comece a ver mal ou apresente olhos turvos deve ser observado.
Doença de von Willebrand (tipo 1)
Alteração hereditária da coagulação, causada por falta do fator de von Willebrand. Muitos cães afetados não mostram sinais no dia a dia, mas podem sangrar em excesso numa cirurgia, numa extração dentária ou num corte — por isso importa saber antes de uma esterilização. Os sinais incluem hemorragias nasais, gengivas que sangram e nódoas negras fáceis. Existe um teste de ADN para o tipo 1 na raça, e os clubes recomendam-no aos reprodutores; se o seu cão estiver em risco, avise o veterinário antes de qualquer intervenção.
Especificações da Raça
Características e Temperamento
Afetuoso com a família
5
Nível de guarda
4
Brincalhão
5
Adaptabilidade
4
Necessidades sociais
4
Temperamento
Alegre, confiante, vigilante e inteligente
Inteligência
5
Bom com outros cães
4
Bom com gatos ou outros animais
3
Amigável com estranhos
4
Bom como cão de serviço
3
Bom para apartamentos
4
Nível de latido
4
Aparência
Altura
25-30 cm
Tamanho
Pequeno
Cores
Vermelho, Sable, Fulvo, Preto e castanho, Com marcas brancas
Textura do pelo
Dupla camada densa
Comprimento do pelo
Médio
Treino
Facilidade de treino
5
Exercício
Necessidades de exercício
3
Tempo de exercício
Até 1 hora por dia
Necessidades de exercício mental
4
Atividades favoritas
Passeios ativos, jogos de inteligência, obediência
Higiene
Necessidades de higiene
2
Frequência de escovagem
2-3 vezes por semana
Precisa de higiene profissional?
Não
Nível de baba
1
Problemas de Saúde
Doença do disco intervertebral (DDIV)
Displasia da anca
Mielopatia degenerativa
Doenças oculares hereditárias (incluindo PRA)
Doença de von Willebrand (tipo 1)
Outros
Criado para
Pastoreio e condução de gado
País de origem
País de Gales
Nível de popularidade
4