Pastor Americano Miniatura

Um pastor de corpo pequeno e cabeça de trabalho, o Pastor Americano Miniatura quer estar onde a família está.
Cabe melhor numa casa do que o Pastor Australiano, mas a energia e o instinto de pastoreio são os mesmos.
Ver crias disponíveis
Encontra criadores de confiança para o cão dos teus sonhos
Energia Alta
Nível de energia
Manutenção Média
Higiene
Pequeno a médio
Tamanho
Inteligente, enérgico, leal e reservado com estranhos
Temperamento
12-13 anos
Esperança de vida
Treinabilidade Muito Fácil
Treino
Vocalidade Média
Latido
Porque as pessoas adoram Pastor Americano Miniatura
Porque as pessoas adoram o Pastor Americano Miniatura
Aparência
Aparência do Pastor Americano Miniatura
Higiene e Tratamento
Cuidados e Grooming do Pastor Americano Miniatura
Temperamento e Características
Temperamento do Pastor Americano Miniatura
Exercício
Necessidades de Exercício do Pastor Americano Miniatura
Treino
Treino do Pastor Americano Miniatura
Dieta e Nutrição
Dieta e Nutrição do Pastor Americano Miniatura
História
História do Pastor Americano Miniatura
Problemas de saúde
Pastor Americano Miniatura têm algumas considerações de saúde:
Expectativa de vida: 12-13 anos
Displasia da Anca e do Cotovelo
Alterações hereditárias do desenvolvimento das articulações que provocam instabilidade, dor e, com os anos, artrose. A avaliação da anca por radiografia oficial é um dos testes que o clube norte-americano da raça exige aos reprodutores, e a do cotovelo é fortemente recomendada. Os sinais podem ser discretos num cão ativo: coxear de vez em quando, rigidez ao levantar, relutância em saltar ou subir escadas. A genética predispõe, mas o peso, o tipo de exercício na fase de crescimento e a alimentação influenciam o aparecimento da doença. Mantenha o cão magro, evite exercício de impacto em cachorro e consulte o veterinário perante uma coxeira que se repete. Os casos graves podem precisar de cirurgia. Peça ao criador os resultados oficiais das ancas, e de preferência dos cotovelos, dos dois pais.
Mutação MDR1 (sensibilidade medicamentosa)
Uma mutação no gene MDR1 (ABCB1) deixa passar para o cérebro fármacos que normalmente são travados, e pode causar reações neurológicas graves — tremores, desorientação, salivação, coma — ou mesmo a morte. A Universidade do Estado de Washington, que desenvolveu o teste, estima que cerca de metade dos Pastores Australianos miniatura tenha a mutação, e até uma só cópia pode tornar o cão sensível. A ivermectina em doses altas, a loperamida (um antidiarreico de uso humano) e a acepromazina (um tranquilizante) estão entre os fármacos a evitar, e há alternativas para quase todos. O teste genético faz-se uma vez na vida e é um dos que o clube da raça exige aos reprodutores. Se o seu cão tiver uma ou duas cópias, entregue o resultado ao veterinário e nunca lhe dê medicamentos de uso humano ou de pecuária sem perguntar.
Cataratas Hereditárias (HSF4)
A catarata é uma opacidade do cristalino que, na forma hereditária, afeta os dois olhos e avança devagar, por vezes até deixar o cão a distinguir pouco mais do que luz e sombra. Não dói, e muitos cães adaptam-se bem à perda de visão, mas as formas avançadas podem precisar de cirurgia. Costuma surgir em adultos, por vezes já depois de o cão ter sido usado na criação. Uma mutação no gene HSF4, descrita no Pastor Australiano, é o principal fator de risco conhecido, e o teste genético HSF4 está entre os que o clube da raça exige. Não explica todas as cataratas, e é por isso que o clube pede também um exame oftalmológico anual dos reprodutores por um oftalmologista veterinário. Peça os dois resultados ao criador e repare em qualquer olho que comece a ficar turvo ou azulado.
Atrofia Progressiva da Retina (PRA-prcd)
Doença hereditária em que as células da retina que captam a luz degeneram aos poucos. O primeiro sinal é, normalmente, a dificuldade em ver com pouca luz — o cão hesita ao fim do dia, choca com objetos em sítios escuros ou não quer descer escadas à noite —, e com os anos a perda de visão avança até à cegueira. Não dói e não tem tratamento, mas os cães adaptam-se bem se a casa se mantiver arrumada da mesma forma. A forma prcd transmite-se de modo recessivo: só nasce afetado o cachorro que recebe a mutação dos dois pais. É fácil de evitar na criação, porque o teste genético é fiável e é um dos que o clube da raça exige; basta que um dos pais seja livre para não nascerem cachorros afetados.
Distrofia Neuroaxonal (NAD)
Doença neurológica degenerativa descrita especificamente no Pastor Americano Miniatura por investigadores da Universidade de Berna, que em 2024 identificaram a mutação responsável no gene RNF170. Manifesta-se tipicamente em adultos jovens, com fraqueza e falta de coordenação dos posteriores — o cão cambaleia, arrasta as patas de trás ou perde o equilíbrio — que se agravam devagar ao longo do tempo. Não há tratamento que trave a doença; o veterinário pode apenas acompanhar o cão e adaptar a casa às suas limitações. Transmite-se de forma recessiva: os portadores, com uma só cópia, não adoecem, e só nasce afetado o cachorro que recebe a mutação dos dois pais. O teste genético NAD é um dos que o clube da raça exige aos reprodutores, e um cruzamento em que pelo menos um dos pais é livre não produz cachorros afetados.
Cruzamento Merle × Merle (Duplo Merle)
O padrão merle — o marmoreado dos azul e vermelho merle — é seguro numa só cópia, mas em duas cópias associa-se a surdez e a malformações dos olhos, como olhos pequenos e defeituosos. Os duplo merle nascem de cruzamentos entre dois pais merle, em que se espera que cerca de um quarto da ninhada receba as duas cópias; costumam ser muito brancos, e a quantidade de branco na cabeça e à volta dos olhos é precisamente o que o padrão da raça não aceita. O clube norte-americano lista o teste do gene merle como relevante para cruzamentos seguros, porque alguns cães são merle sem que se note. Ao escolher uma ninhada, confirme que um dos pais não é merle. Se já tiver um cão duplo merle, um teste de audição (BAER) e uma consulta de oftalmologia ajudam a perceber as suas limitações.
Luxação da Rótula
A rótula sai do sulco onde devia deslizar, geralmente para dentro, e o cão dá alguns passos a saltitar com uma pata de trás no ar, até ela voltar ao sítio. É um problema mais comum nas raças pequenas, e o clube norte-americano da raça recomenda que os reprodutores sejam avaliados por um veterinário. Os casos ligeiros podem passar a vida sem tratamento, desde que o cão se mantenha magro e musculado; os graves, em que a rótula sai com frequência ou não volta ao lugar, causam dor e artrose, e corrigem-se com cirurgia. Se notar o saltitar com uma pata de trás, mencione-o ao veterinário na consulta seguinte, e peça ao criador o resultado da avaliação dos pais.
Especificações da Raça
Características e Temperamento
Afetuoso com a família
5
Nível de guarda
4
Brincalhão
4
Adaptabilidade
3
Necessidades sociais
5
Temperamento
Inteligente, enérgico, leal e reservado com estranhos
Inteligência
5
Bom com outros cães
4
Bom com gatos ou outros animais
3
Amigável com estranhos
2
Bom como cão de serviço
4
Bom para apartamentos
3
Nível de latido
3
Aparência
Altura
33-46 cm
Tamanho
Pequeno a médio
Cores
Preto, Azul merle, Vermelho, Vermelho merle
Textura do pelo
Duplo, médio, liso a ondulado
Comprimento do pelo
Médio
Treino
Facilidade de treino
5
Exercício
Necessidades de exercício
4
Tempo de exercício
Mais de 1 hora por dia
Necessidades de exercício mental
5
Atividades favoritas
Agility, obediência, pastoreio, faro, caminhadas e jogos de bola
Higiene
Necessidades de higiene
3
Frequência de escovagem
Semanal; quase diária na muda
Precisa de higiene profissional?
Não
Nível de baba
1
Problemas de Saúde
Displasia da Anca e do Cotovelo
Mutação MDR1 (sensibilidade medicamentosa)
Cataratas Hereditárias (HSF4)
Atrofia Progressiva da Retina (PRA-prcd)
Distrofia Neuroaxonal (NAD)
Cruzamento Merle × Merle (Duplo Merle)
Luxação da Rótula
Outros
Criado para
Pastoreio e companhia
País de origem
Estados Unidos
Nível de popularidade
2